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28/06 - Curso de Gerência Financeira
18/06 - Soberania Nacional em discussão 04/06 - Semana do SUS começa hoje Junho 2001 27/06 -
UFSC divulga relação de transferências 25/06
- Fórum de Segurança da UFSC lança campanha educativa para o trânsito A campanha será composta de panfletos, adesivos, pára-sol e muita conversa. O Fórum pretende sensibilizar professores, estudantes, técnico-administrativos e comunidade para o respeito às leis do trânsito e à coletividade. Vai ser sugerido que as pessoas usem mais o transporte coletivo, deixando seu carro em casa ou usem as caronas solidárias, promovendo a integração entre os que circulam pela UFSC. 25/06 - Milton Santos: um
pensador do mundo Ainda ativo e alerta aos 75 anos, Milton Santos pautou toda a sua vida de pensador do mundo na tentativa de dizer sempre coisas que pudessem esclarecer a vida dos seres que, por razões históricas, sociais e raciais, estão marginalizados do mundo da cultura e da ciência. E foi essa atitude de servir aos perdidos da história que moveu toda a sua vida. Crítico feroz da globalização, não cansava de dizer que, apesar de perversa, ela não tinha a força que os poderosos faziam crer, e que um outro mundo podia ser possível. Recebeu o título de Honoris Causa da Universidade Federal de Santa Catarina, num 27 de novembro de 1997, ao final de uma tarde ensolarada. Com seu jeito sereno e sorriso cheio de doçura, falou da Geografia, da universidade e, com firmeza, criticou os professores cujas disciplinas que ensinam estão comprometidas com resultados mercantis. "É preciso acabar com esse bobo discurso de trabalhar para a sociedade, se esta sociedade for a das classes hegemônicas. A universidade não é o lugar da análise do que já existe, e sim da construção do futuro". Foi aplaudido de pé. Milton Santos era terno e compassivo, mas não titubeava na crítica ao neoliberalismo. Queria pensares novos, que fugissem da subalternidade. Queria uma voz brasileira definindo os destinos brasileiros. Era uma apaixonado pelo ser humano e pelo seu país. "Hoje vivemos o embate entre os paradigmas importados e a emergência da voz do lugar, uma voz brasileira". Seus críticos dizem que ele pecou por ter uma visão apocalíptica do processo de globalização, ser humanista demais, por não conseguir soltar-se das utopias da modernidade, por acreditar que não se poderia gerir com democracia o capitalismo (?). Mas Milton Santos sorria ao ouvir isso, e mantinha sua fé inabalável no socialismo e num mundo outro que não esse, perverso e individualista. Não queria gerir capitalismo, queria outro sistema e nunca abriu mão disso. Morreu neste domingo, dia 24, numa fria manhã de inverno. Foi-se sem pompa, sem direito a matérias na televisão. Uma nota pequena num dos jornais noturnos. Mas, no Brasil é assim. Aqueles que pensam o país sob um outro olhar, que travam a batalha contra o sistema, que sonham com mundos outros, de justiça, riqueza repartida e vida diga, são relegados ao esquecimento. Foi-se o corpo de Milton. Saiu do "espaço planal", sumiu do "espaço geográfico", mas sua obra permanece. É um grito amoroso e feroz, pela vida e pela dignidade. Milton Santos, brasileiro, cidadão do mundo. Combatente, socialista e um desses mortos que nunca morrem. 22/06 - Estamos caminhando para
o desastre "Estamos caminhando para o desastre", diz, indignado, incitando para que as pessoas não fiquem feito "débeis mentais", achando que "não é tanto assim". Afirma que essa história de apagão foi uma coisa programada e com muita competência por aqueles que comandam o país, que são "os de fora". Vidal diz que os ministros da área energética que passaram pela pasta, desde Aureliano Chaves, sequer sabem trocar a lâmpada do seu quarto, que dirá debater a questão da energia. "Obedecem ordens, apenas". Denuncia ainda que os três homens fortes do país hoje, Malan, Fraga e Gross, nada mais são do que empregados dos bancos internacionais e que estão destruindo o país. Bautista Vidal não economiza palavras. Aponta que o Brasil tinha, até que FHC destruísse tudo, o melhor sistema integrado de geração e distribuição de energia do planeta. Energia limpa, barata. Bem ao contrário dos EUA, que queimam mais de 600 milhões de toneladas de carvão mineral por ano para sustentar seu crescimento - maiores responsáveis pelo aquecimento global - pouco se importando se o resto do planeta está explodindo. Diz que não houve nenhuma privatização do sistema energético, mas sim uma internacionalização, uma doação do patrimônio brasileiro pago e re-pago pelos contribuintes às nações estrangeiras. "A construção de Itaipú foi paga por cada um de nós. Vinha uma taxa na tarifa de luz e pagamos. O governo não gastou nada naquela obra. Ela é nossa. E agora o FHC até já assinou a entrega da usina. Isso é roubo", grita, suando por todos os poros, apesar do frio intenso de começo do inverno. O professor garante que o Brasil tem a maior riqueza do mundo em biomassa. "Qualquer metro quadrado que tenha um pouco de água é uma pequena Shell. Somos como um grande reator nuclear, temos energia demais. Então, que raça ruim é essa que não transforma o Nordeste em riqueza?" Vidal diz que só o bagaço da cana que é usada para fabricar o álcool e o açúcar geraria tanta energia quanto a que produz Itaipú, mas o governo proíbe que se trabalhe com isso. "E vamos aceitar??? E vamos ficar parados?? Temos que mudar isso ou teremos só duas escolhas. Viramos escravos ou canalhas!!!" Bautista Vidal conclama à
universidade para que cumpra seu papel. "Hoje essas instituições estão omissas.
Precisam debater, informar, propor saídas, novos caminhos, que não passem por essa farsa
imposta pelo poder econômico". E alerta para o perigo que se anuncia que é o da
dependência do gás boliviano, cujos dutos já correm pelas terras catarinas. "Esse
gás só dura uns seis anos, está fora do nosso controle, é extremamente poluidor e o
contrato é aviltante. Isso é um crime!!!" A escolha de Florianópolis levou em consideração a cultura de base açoriana no litoral catarinense que ainda hoje apresenta traços marcantes dos modos e costumes medievais, evidenciados na vida cristã, nos folguedos e nas tradições populares. Esses modos medievais e ainda tão atuais serão demonstrados em sua plenitude em dois dos eventos do Festival: "Encontro de Bandeiras e Folias do Divino Espírito Santo ", tão apreciado pela nossa gente e a exposição "As Bruxas de Cascaes - um olhar transcultural", desse artista visionário que soube como ninguém captar e reproduzir lendas, costumes e tradições do povo da ilha de Santa Catarina. Aproveitando a demanda de turismo cultural que já existe nessa época (outubro) no norte do estado, pretende-se com o evento, que os organizadores têm intenção que passe a constar do calendário cultural anual da cidade e do estado, promover a cidade de Florianópolis, visando o incremento no turismo interno que tem aumentado consideravelmente no país. A partir de uma leitura contemporânea da cultura da Idade Média presente em nossa realidade o FESTIVAL DE ARTES MEDIEVAIS é uma iniciativa da comunidade acadêmica através das universidades públicas do estado: a UFSC e a UDESC, as Fundações de Cultura do estado (Fundação Catarinense de Cultura) e da capital (Fundação Franklin Cascaes) , estando na presidência da comissão organizadora o presidente e da Associação Brasileira de Estudos Medievais(ABREM) professor Hilário Franco Júnior e na coordenação o presidente da Comissão Brasileira de Filosofia Medieval (COFIM), professor João Lupi. Informações: 331 8511 ou 331 8685 21/06 - Jogos da APAE
reúnem 350 jovens no campus da UFSC A atividade começa às 09 horas, com a abertura solene e prossegue durante todo o dia, com provas de pista e de campo. Haverá disputas nos 25, 50, 100, 200, 400, 800 e 1500 metros rasos, revezamento 4X50 metros, além de arremesso de pelota, peso, salto em altura e em distância e provas adaptadas. Em torno de 50 estudantes do Curso de Educação Física da UFSC estarão envolvidos nas funções de arbitragem e cronometragem. Se chover, os jogos serão cancelados. Mais informações no local da prova, com o
Professor Luciano (CDS/UFSC) ou com Sra. Cristiane(APAE). Informações: 331 9364 20/06
- UFSC assina protocolo de cooperação com comunidade Kaingáng O convênio tem como finalidade fazer o intercâmbio entre a comunidade indígena e os Departamentos de Enfermagem e Saúde Pública. O curso, que tem também a ajuda do Laboratório de História Indígena da UFSC, será estruturado e adaptado de acordo com as necessidades da comunidade indígena. É um projeto pioneiro e poderá ser adaptado a outras etnias do estado. Mais informações com a Professora Ana Lúcia Vulfe Nötzold, pelo telefone 331-8216, ou com a Professora Maria de Lurdes, pelo telefone 331-9725. 19/06 - Ciclo de
estudos avançados em família e violência Informações 322 1178 19/06 - Caspar
Erich Stemmer recebe homenagem da PUC-RIO Entre as diversas distinções que já recebeu, destacam-se professor honorário da Universidade Autônoma de Guadalajara/México, medalha Andrés Bello, da Universidade do Chile, prêmio Anísio Teixeira, concedido pela CAPES e professor emérito pela Escola de Engenharia da UFRJ e pela UFSC. 19/06 - UFSC realiza seminário de
capacitação para corpo diretivo de municípios 18/06 - Soberania
Nacional em discussão Na terça feira, dia 19, acontecem as comunicações livres a partir das 14h, no Auditório do Convivência, com os temas: Movimento Estudantil, Direitos Humanos, Meninos de Rua e às 18h30min, palestra sobre Direitos Humanos com Rogério Portanova, professor de Direito da UFSC e representação do Movimento Sem Terra. Quarta-feira, dia 20, debate sobre Ciência, Tecnologia e Universidade a partir das 9h, com J. W. Bautista Vidal e os professores da UFSC Sérgio Colle e Clóvis Maliska. Na parte da tarde, comunicações livres e às 18h30min debate com Ariovaldo Bolzan, Nildo Ouriques e Rui Nogueira, professores da UFSC. Quinta-feira, dia 21, filmes e comunicações à tarde, e debate sobre O Brasil na Economia Internacional às 18h30min, com Rui Nogueira, João Rogério sanzon e Pedro Antônio Vieira, professores da UFSC. Sexta-feira, dia 22, filmes e comunicações à tarde, e o debate às 18h30min sobre a Amazônia: território e biodiversidade, com Aloizio Leal, da Universidade do Pará e João de Deus, professor da UFSC. Logo após acontece uma festa junina, em frente ao Básico, para fechar a programação. Maiores informações no DCE: 331.9308 18/06 - UFSC discute
com municípios projetos de desenvolvimento sustentável 18/6
- UFSC promove Seminário sobre Programa Universidade Solidária A programação do seminário prevê, pela manhã, palestra com Elizabete Vargas, coordenadora nacional do UNISOL, apresentação do Plano Nacional de Extensão e de um vídeo sobre o programa, retratando o período 1996-2000, além de debates. À tarde haverá apresentação de palestra sobre a atuação da UFSC no programa, a proposta para ação local, regional e nacional, além de debates. Informações maguinha@daex.ufsc.br ou 331 9021 e 331 9344. PROJETO PREMIADO Esta Mostra reúne documentários importantes para o resgate de um momento de efervescência da produção audiovisual no país. Esses filmes são hoje referência para a compreensão do gênero no Brasil e junto com o documentário Sobre Anos 60, de Jean-Claude Bernardet, da série Panorama Histórico Brasileiro, propõem a reflexão sobre fatos e valores do período. As transformações e contradições experimentadas pelo cinema documentário dos anos 60 deixaram um legado de liberdade: não havia mais um modelo a seguir, o documentarista podia escolher desde a reportagem tradicional até a inserção de cenas de ficção, desde a precisão sociológica até o improviso. Em 1960 o filme Aruanda, de Linduarte Noronha, explode no Rio de Janeiro e em São Paulo . O documentário tem uma temática social e informa a sociedade brasileira sobre a miséria e as injustiças que ela fomenta. Aruanda tem algo mais: resgata formas de cultura popular que a sociedade em geral ignora. É uma produção pobre levou a um filme tosco. Mas longe de ser vista como um defeito, a precariedade de Aruanda foi interpretada como a expressão estética de uma sociedade subdesenvolvida. A pobreza não era só da comunidade apresentada no filme, era a do próprio filme, e isso contribuía para o vigor de sua expressão. Com a inexistência de escolas de cinema, que só apareceram em meados da década, os futuros diretores do cinema novo formaram-se realizando filmes de curta metragem. Assim Arraial do Cabo prenuncia a obra de um dos expoentes do cinema novo, Paulo César Saraceni, ao tratar do impacto da Fábrica Nacional de Álcalis sobre um povoado de pescadores, e pode ser considerado como um dos precursores do cinema ecológico. Arraial do Cabo e Aruanda manifestam uma preocupação social apartidária, enquanto Maioria Absoluta (1964), de Leon Hirszman, faz o balanço do analfabetismo e da miséria do camponês nordestino, e entra numa campanha política favorável ao direito de voto para os analfabetos. Interpela a classe média, questionando-a diretamente sobre sua responsabilidade diante da injustiça. O filme deixa claro que o cinema brasileiro da época não se limita a um papel de denúncia, mas tem um programa de intervenção social. O espectador, conscientizado pelo filme, deveria agir politicamente para transformar a sociedade, isto é, fazer a revolução, estamos em plena era das utopias (e se o espectador não agir, pelo menos, que se sinta culpado). Acabado em 1964, o filme teve sua difusão impedida pelo golpe de Estado: os militares fizeram da miséria camponesa um tabu. Após o golpe, Geraldo Sarno realiza Viramundo (1965), obra-prima do documentário sociológico, abordando outro tema tabu: a situação do operariado no ABC, região industrial de São Paulo. Os operários, de origem nordestina e fugindo da situação apresentada em Aruanda e Maioria Absoluta, em péssimas condições de vida e de trabalho e sem sindicatos eficientes, acabam se voltando para comportamentos religiosos. A extensão da seqüência da religião, quase a metade do filme, resulta em parte da repressão militar ter impedido as filmagens dentro dos sindicatos. Todos esses filmes voltam-se para as condições de vida e de trabalho dos camponeses e dos operários: é disso que falam os entrevistados, pois a entrevista é uma das principais técnicas usadas pelos documentaristas da época. Hoje banalizada pela televisão, a entrevista era então uma técnica nova que permitia colocar na tela a voz de quem não tinha vez. A partir de 1965, o documentário passa por diversas transformações. A Opinião Pública (1966), de Arnaldo Jabor, aborda um novo universo social, o da classe média, da qual traça um retrato arrasador ao descrevê-la como um terreno propício ao autoritarismo. O enfoque do documentário desloca-se: o imaginário dos entrevistados e seus valores morais interessam mais que suas condições de vida. Tal mudança é anunciada logo no início, quando o entrevistador pergunta não sobre o presente (tema do documentário até então), mas sobre o futuro. Muito falado, A Opinião Pública é uma obra-prima do cinema verdade, gênero documentário baseado na fala e na intimidade das pessoas, o que se tornara possível graças aos novos equipamentos que permitiam filmar em ambientes pequenos e com pouca luz, e com boa captação de som fato relevante porque colocavam na tela o português cotidiano falado na rua. O equipamento de som aparece em diversas cenas. A voga do estruturalismo e da lingüística traz outra transformação. O documentário passa a ser considerado não como a realidade, mas como um discurso sobre a realidade que não se confunde com ela. Paulo Rufino, realizador de Lavra Dor (1968), declara que a imagem de um camponês é uma imagem (e não um camponês) e como imagem será tratada. A granulação da fotografia, a montagem brusca, o ritmo dos versos de Mario Chamie, tudo nos lembra que estamos assistindo a um filme. Lavra Dor assinala também a presença de um internacionalismo latino-americano no cinema brasileiro, como atesta o discurso em espanhol sobre a reforma agrária. Com Rastejador, Substantivo Masculino (1969), Sérgio Muniz dá outra conotação à temática rural nordestina. É um filme antropológico que trata do conhecimento que permite ao rastejador sobreviver no sertão quando caça ou persegue cangaceiros. Mas pode ser interpretado de outro modo: feito numa época de mobilização política no campo com a perspectiva da guerrilha rural, ele assinala que será difícil sobreviver no sertão sem este conhecimento, de que estão desprovidos os militantes provenientes das cidades. Esta significação insinua-se em filigrana no filme, expressão característica da época da ditadura militar, quando cineastas, artistas, escritores, jornalistas não podiam manifestar opiniões nem transmitir claramente informações, mas precisavam encontrar subterfúgios para contornar a censura: a bom entendedor meia palavra basta. No fim dos anos 60, a produção artística passa por profundas transformações que o cinema documentário testemunha. Assim, ao abordar formas novas que apareciam nas artes plásticas, Antônio Carlos Fontoura inova com Ver Ouvir (1966) porque não se limita a filmar obras, mas elabora cenas que reconstroem cinematograficamente o espírito em que as obras foram criadas, por exemplo, quando instala quadros de Rubens Gerchman na rua e pede aos passantes que mostrem sua carteira de identidade. Sobre Anos 60 (2000), de Jean-Claude Bernardet não é um filme dos anos 60, mas a respeito de. Com trechos de filmes da época e referências a teatro e artes plásticas, traça um panorama da cultura da década, detendo-se sobre a vanguarda e as atitudes de oposição ao regime militar. O espectador reencontrará várias imagens já vistas em filmes apresentados anteriormente: podemos falar de uma migração das imagens e dos sons. Mas a linguagem desse filme tem uma raiz nos anos 60. De fato, Roda e Outras Histórias é provavelmente o primeiro filme brasileiro que extraiu imagens de filmes já existentes, por exemplo Viramundo, para elaborar um novo filme. As imagens de Roda acompanham canções interpretadas por Gilberto Gil como se fossem literatura de cordel cantada e ilustrada, e o filme pode ser visto como um precursor de um gênero atual: o videoclipe. Podemos falar de um filme seminal, por ter inspirado outros filmes, como seminais foram os anos 60. SERVIÇO Programação: Aruanda Arraial do Cabo Maioria Absoluta Palestra e debate com o curador da
mostra Jean Claude Bernardet: Dia 20 Rastejador, Substantivo Masculino Lavra Dor Dia 21 Dia 22 Ver Ouvir Roda e Outras Histórias Com relação ao ano passado houve o aumento de 40 vagas, no Curso de Letras Noturno, o que elevou para 3.842 o total de vagas no vestibular 2002. Para o Reitor, apesar de pequena, a ampliação reflete a disposição da UFSC em ampliar cada vez mais as possibilidades de acesso à Universidade Pública, Gratuita e com Qualidade. "Em seis anos ampliamos bastante o número de vagas, através do aumento de alunos em áreas já existentes e da criação de novos Cursos. Isso apesar da redução gradativa no quadro de professores e técnicos", afirma Rodolfo Pinto da Luz. Na apresentação do edital o Reitor destacou ainda a importância dos candidatos observarem os prazos para requerer isenção da taxa de inscrição de R$ 70,00. Quem não tiver condições de pagar este valor deve solicitar a isenção nos dias 18, 19 e 20 deste mês. O prazo de devolução dos formulários termina no dia 22. Os pedidos serão analisados por Assistentes Sociais do Departamento de Serviço Social da própria Universidade. A lista dos candidatos isentos será divulgada no dia 16 de agosto. A expectativa do Reitor é de que este ano o número de inscritos ultrapasse 40 mil candidatos. O Vestibular 2002 acontece nos dias 16, 17 e 18 de dezembro. Maiores informações podem ser obtidas na página da Coperve na Internet, www.coperve.ufsc.br, ou pelos telefones 331-9200. 12/06 - Comunicação e saúde na
rede O site do GICES-SC ainda divulga o "II Seminário sobre Educação e Saúde no contexto da Promoção da Saúde: seus Sujeitos e Abordagens" que a UnB vai promover em Brasília no mês de agosto. Durante o evento também acontece o "II Encontro Nacional de Educação Popular e Saúde", com debates, oficinas, minicursos e relatos de experiências tratando de questões como promoção da saúde, redes de apoio sociais, pedagogia social de rua, arte e saúde, rádio comunitária, controle social, ética jornalística e saúde. Você pode participar do Fórum Gices-SC clicando http://www.forumnow.com/basic/foruns.asp?forum=20587 e inserindo sua mensagem, crítica ou sugestão. Informações sobre o Gices com Paulo Denis Pereira (281-7708 e 9962-1854) 11/06
- Fórum de segurança da UFSC propõe campanha educativa para o trânsito Na discussão, os participantes do Fórum entenderam que esse não era um problema só da UFSC, que por toda a cidade pessoas não respeitam a sinalização, os limites de velocidade etc...Assim, nasceu a idéia de uma Campanha Educativa para dentro da UFSC, mas que deve funcionar como um elemento pedagógico para toda a cidade. No caso da UFSC foi constatado que ainda há muitas vagas de estacionamento sobrando, sem que haja a necessidade de parar em locais proibidos. Foi levantada a denúncia de que pelo menos quatro locais, o Centro de Ciências da Saúde, o Centro Sócio Econômico, o Centro Tecnológico e a Fapeu privatizaram seus estacionamentos e que lá, sempre sobram vagas. Segundo a funcionária da Seplan, Adriana Rodrigues, que fez a denúncia, nestes locais só entra quem tem selos, senhas ou controle remoto. A administração, representada pelo pró-reitor João Maria de Lima, ficou responsável por comprovar esse fato e tomar as devidas providências. Com o mote "Não atrapalhe o trânsito de quem viaja no coletivo", o lançamento da campanha educativa vai acontecer no dia 27 de junho, às 12h30min, em frente à Concha Acústica e o Fórum pretende sensibilizar professores, estudantes, técnico-administrativos e comunidade para o respeito às leis do trânsito e à coletividade. "A idéia da palavra coletivo quer trazer dois significados importantes. Um é prático, fazer com que os ônibus circulem sem problemas e o outro é mais profundo, quer despertar nas pessoas o respeito pelas ações coletivas", diz a jornalista Raquel Moysés, integrante do fórum e autora da idéia. A campanha vai ainda sugerir que as pessoas usem mais o transporte coletivo, deixando seu carro em casa ou usem as caronas solidárias, promovendo a integração entre os que circulam pela UFSC. Para o pró-reitor João Maria, a UFSC está fazendo a sua parte como geradora de soluções que fogem ao normal, que é o das punições. "Nosso trabalho é pedagógico, mas queremos que fique claro: se não vier um retorno em termos de respeito, as multas terão de ser aplicadas, infelizmente". 07/06
- Mar de Amores na Ilha Mar de Amores apresenta repertório de Dorival Caymmi, Chico Buarque de Holanda, Tom Jobim, Djavan, José Miguel Wisnik, entre outros. O Curitibocas conta com 27 participantes, sob a regência de Dirceu Saggin e Suzie Franco. Além de Saggin , são arranjadores Vicente Ribeiro e Isso Fischer. Para o espetáculo em Florianópolis o grupo conta com o apoio de alunos e professores da UFSC. Informações em Florianópolis pelos telefones 234-2325 e 233-5282. Em Curitiba podem ser contatados Suzie Franco (41)363-2883 e Maria Célia Fantin (41)264-1490 07/06 - UFSC divulga
décima chamada do Vestibular 2001 07/06 - UFSC divulga edital
do Vestibular 2002 07/06 - Brincação continua mostra
pela cidade Depois dessa data, a exposição vai para a Escola América Dutra, do bairro Monte Cristo. As fotografias foram feitas por crianças de oito comunidades da capital, durante uma maratona organizada pelo Movimento Abraçando a Vida. O beco é agitado. De
tudo ali acontece. Os trabalhos revelam situações de brincadeira, a vida em casa e na escola, mas também trazem fortes denúncias sobre as condições de vida na cidade: a exploração do trabalho infantil, a contaminação do meio ambiente com lixo, esgoto, a falta de espaços públicos para as crianças brincarem. Informações com Maristela Fantin (331-8525 e 234-2325) e Reonaldo Gonçalves (Nado) 9961-8006. 07/06 - A praça com gosto de mel A 2a Feira do Mel é promovida
pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina(Epagri).
Segundo um dos organizadores, Nésio Bortolini, que visitou a UFSC pedindo apoio para a
divulgação do evento, idéia é de incentivar o produtor e oferecer para a população
um produto puro, garantido e barato. Na feira realizada ano passado foram comercializadas
30 toneladas de mel. Informações com Nésio Bortolini (238-1176) Outro dado da pesquisa aponta que nenhum dos pacientes consultados no HU da UFSC teve que pagar pelos serviços. Nos itens pesquisados as médias foram de 9,25 para equipe médica, 9,13 para a maneira como o usuário foi tratado, 8,79 para equipe de enfermagem e 8,54 para instalações físicas. Quanto ao atendimento, os percentuais demonstraram um total de 61,57% de respostas "excelentes", 31,72% de "boas" e 5,22% de "regulares". Pelo desempenho na pesquisa o Hospital Universitário recebeu o prêmio " Qualidade Hospitalar". Além deste, o HU já havia recebido o de "Hospital Amigo da Criança", do Unicef, o troféu "Galba de Araújo", do próprio Ministério da Saúde pela humanização no atendimento e o Top de Marketing 2000, da ADVB/SC. Mais informações com o professor Fernando Machado, Diretor do HU, pelo telefone 331-9163. 04/06 - Semana do SUS
começa hoje A programação inicia hoje com a apresentação da " História do SUS", com professor Marco Daros, seguido pela abordagem do " O SUS hoje" , na versão de Édson Adriano, Secretário de Saúde de Blumenau. Na terça-feira o debate será em torno do controle social e a estrutura do SUS, com os professores Alcides Coelho e Fúlvio Nedel, da UFSC; e Teresa Galo do Conselho Estadual de Saúde. No terceiro dia do evento, a discussão será sobre as políticas de saúde, com a professora Clair Castilhos, seguida por Marlene Foschiera, secretária de Saúde de Chapecó, falando sobre o financiamento da saúde. Os debates de quarta-feira encerram com a "Humanização da Atenção" experiência relatada pelo o médico Pedro Schmidt. A Semana do SUS termina no dia 07, com um debate sobre "A formação profissional e o mercado de trabalho". Neste tema serão palestrantes os profissionais Laura Fauerwerker, da Fundação de Saúde de Pública da USP; Norberto Rech, do Departamento de Ciências Farmacêuticas; Sérgio de Freitas, do Departamento de Saúde Pública; e Liacarmen Kleine, ex-vereadora e professora do Curso de Nutrição. A promoção do evento é do Núcleo de Apoio à Municipalização do SUS, pertencente ao Departamento de Saúde Pública da UFSC. Informações pelos telefones 3319388, 3343285 (Paola), 2341067 (Bianca), 3336517 (Flávia). 01/06
- O encontro dos 100 Em apenas um dia vão ecoar na UFSC vozes de cerca de 100 entidades comunitárias da capital. A cidade que queremos: um olhar dos sujeitos da organizações sócio-comunitárias de Florianópolis, é o tema que vai dar o rumo aos debates do Projeto Experiências em Cena III, neste sábado, dia 2, a partir das 8h30min, no Auditório do Fórum Norte da Ilha, no campus universitário. O evento é organizado pelo Núcleo de Estudos em Serviço Social e Organização Popular (Nessop), dentro de um projeto de extensão que coloca em debate o saber popular voltado à construção de processos democráticos participativos. Os organizadores mobilizaram quase uma centena de entidades populares como associações de moradores, conselhos comunitários, comissões de bairro. O trabalho foi feito por 75 alunos de Serviço Social, orientados pelos professores Simone Matos Machado e Carlos Magno. Dois debates centrais vão se desenrolar durante o encontro: As origens e razão de ser das organizações comunitárias e a participação das entidades populares nos projetos e planos urbanos que envolvem a qualidade de vida na cidade. A programação acontece durante todo o dia e prossegue noite adentro, com atividades artístico-culturais. Informações com Simone Matos Machado (331-6525 e 331-9540). 01/06 - Um
presente para o Parque da Luz O encontro de gente que ama o parque está sendo organizado pela Associação de Amigos do Parque da Luz, Movimento Abraçando a Vida e pessoas da comunidade da UFSC. A festa é alusiva ao Dia Internacional do Meio Ambiente, comemorada em 5 de junho. A idéia dos organizadores é de que cada um leve também alimentos para compartilhar uma refeição coletiva, cordas para pular, pandorgas para soltar e outros brinquedos que permitam soltar o corpo e a mente. Ninguém dispensa poesia e outros fazeres artísticos. É só ir lá no parque, que vai ter espaço para todo mundo. Informações com Maristela Fantin, do Abraçando a Vida (234-2335). 01/06
- UFSC oferece treinamento em biologia marinha para polícia de
proteção A principal intenção das duas instituições é aprimorar conhecimentos do contingente responsável pela preservação dos ecossistemas costeiros. Ao mesmo tempo, fornecer suporte científico-prático para os membros da Polícia Ambiental, que são chamados a participar de eventos e palestras em escolas das redes pública e particular. O treinamento terá como temas mamíferos marinhos (baleias, botos, golfinhos, focas e lobos-marinhos) e tartarugas marinhas. Estas espécies constituem grupos de animais ameaçados de extinção e que vêm sendo encontrados presos em redes de pescadores, encalhados, feridos ou mesmo mortos com freqüência no litoral de Santa Catarina. Biólogos especialistas nas duas áreas serão responsáveis pelo treinamento. Informações com Milton Menezes, fone 331 6714 |